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Março 30, 2011

Palmeiras quer ver outros contratos

Reproduzo integralmente a matéria retirada do Portal IG, por Danilo Lavieri:


Palmeiras só fecha com a Globo quando conhecer acordo corintiano
Arnaldo Tirone quer saber quanto arquirrival vai receber para assinar contrato com emissora carioca

O Palmeiras está muito perto de fechar um contrato com a Rede Globo para a transmissão das partidas do Campeonato Brasileiro de 2012 a 2015. O acordo, como antecipado pelo iG na última sexta-feira, está dependendo de pequenos detalhes para ser fechado. O presidente do clube, Arnaldo Tirone, confirmou que está bem perto da assinatura, mas diz que o martelo só será batido quando ele conhecer detalhes do vínculo que o Corinthians fechou na semana passada com a mesma emissora.

O valor é confidencial por contrato, por isso Tirone não fala em números, mas a quantia deve girar em torno de R$ 70 milhões. Ele não descarta conversas com a Record, mas admite que a Globo está muito à frente nas negociações que devem acabar até o fim da semana.

“O Palmeiras vai assinar com a emissora que tiver com mais vontade, com a melhor desenvoltura no negócio e nas propostas. A Record não me oficializou a proposta e a Rede Globo já tem uma experiência com o futebol brasileiro. Até o fim da semana tudo estará solucionado, mas antes eu quero me encontrar com o Marcelo Campos Pinto (representante da Globo nas negociações) para saber o que ele assinou com o Corinthians”, disse Tirone.

Quando o dirigente pede para a Record oficializar a proposta, ele diz em colocar a intenção no papel. A emissora chegou a conversar e mostrou o interesse de contar com os jogos do time no Nacional, mas tudo isso de maneira informal. O assunto chegou a virar pauta da reunião do COF (Conselho de Orientação e Fiscalização).

Ainda não está definido, mas a tendência é que internet e celular fiquem fora do acordo. O iG também noticiou na última sexta-feira que algumas pendências não estão completamente solucionadas quando o assunto é pay-per-view e TV fechada.

“Temos algumas pendências ainda para serem acertadas, mas tudo só vai ser decidido quando eu tomar conhecimento das outras propostas. Quero pensar sempre no lado do Palmeiras”, disse Tirone.


Reunião do COF nesta terça-feira
O presidente afirmou que a reunião desta terça-feira do COF não deve trazer grandes novidades. Segundo ele, os estudos que estão sendo feitos pensam sempre no bem do Palmeiras, mas não têm a intenção de paralisar a obra, tampouco em romper vínculo com a WTorre.

“A reunião de hoje (terça) é de praxe, está prevista em estatuto. Eu estou vendo tudo para o bem do Palmeiras e sempre vou tomar as decisões de acordo com o que achar bom para o clube. O que outros conselheiros dizem a gente entende, mas a decisão é minha”, finalizou.

Março 26, 2011

Entrevista de WTorre ao Estadão

O empresário Walter Torre andava arredio. Mesmo com toda a polêmica em relação ao contrato de sua empresa, a WTorre, com o Palmeiras para a construção da Arena Palestra, vinha evitando falar. Com o aumento do volume de acusações, resolveu reagir. Passou a falar por meio do Twitter, respondendo a questionamentos e divulgando informações sobre o andamento da obra, orçadas em R$ 330 milhões.

Mas não queria falar com a imprensa. Na terça-feira, porém, recebeu o Estado com exclusividade e falou sobre os questionamentos ao contrato. Rebateu as acusações, disse que por exigência do ex-presidente Afonso Della Monica o contrato foi feito de maneira a não oferecer riscos ao Palmeiras e defendeu o formato do acordo. "Até porque, se no fim não der lucro, o problema é nosso.""

Explique a cláusula sobre a utilização da arena. O Palmeiras vai ter de pedir autorização?
Uma das maneiras que eu tenho para recuperar o investimento são as cativas, que serão alugadas ano a ano. Eu vou alugar para quem? Para os palmeirenses. Vocês acham que algum palmeirense vai alugar se o time jogar pouco lá? Até porque não é algo barato, o sujeito não aluga só para ele, mas também para a mulher, o filho...

Mas há uma cláusula que proíbe o time de treinar lá...
Antes deixa eu concluir esse negócio dos jogos. No dia 1.º de janeiro de cada ano, saberemos quando o Palmeiras jogará. Se houver algum conflito (data em que existe um show que já estava marcado, por exemplo), vai existir um acordo. E o Palmeiras vai querer, porque vai receber parte da bilheteria e a renda de um show é alta. Ah, e se os juniores chegarem à final da Copa São Paulo, por exemplo, e quiser jogar lá, joga.

E sobre os treinos?
O Palmeiras treinava no Palestra Itália? Não. E nos casos previstos em regulamento (das competições), o local será liberado. É claro que em situações que o Palmeiras solicitar, terá acesso. Aquilo lá é deles, eles nunca vão ser meus inimigos.

A WTorre vai explorar a arena por 30 anos. Não é um prazo muito longo?
Veja, o prazo foi definido em 30 anos porque não há carência para o Palmeiras. O clube vai receber desde o primeiro ano parte da receita bruta (gerada por shows, restaurante, lanchonete, etc.). E 100% da bilheteria dos jogos será do Palmeiras. Além disso, os custos de manutenção são nossos. Eu pago o conserto da cadeira.

Além da bilheteria, o que receberá o Palmeiras?
O Palmeiras começa a receber desde o primeiro dia. Nos cinco primeiros anos, 5% da receita bruta anual. Depois, a cada cinco anos essa porcentagem cresce 5%. Ou seja, do 26.º ao 30.º ano, o clube vai levar 30% da receita bruta (inicialmente, a concessão seria por 20 anos, mas o Palmeiras não receberia nada nos primeiros sete).

O senhor sabe que no futebol há um componente forte, a emoção. Por isso, há quem diga que o Palmeiras perdeu a sua casa...
Bom, tirando o fato de que o Palmeiras não vai gastar nada, daqui a 30 anos, eu vou passar um laço de presente na arena e dizer ao clube: "Toma, é sua".

Mas a arena pode estar envelhecida e malconservada...
Volto ao exemplo dos camarotes. Você acha que alguém vai se interessar por eles se estiverem detonados? Tenho de deixar bonito, pintado e com azulejos trocados.

Em qual prazo a empresa vai conseguir recuperar o dinheiro investido? E passar a ter lucro?
Normalmente, em negócios desse porte leva entre 12 e 15 anos. No caso da arena, pode chegar a 18. Só a partir daí é que começaremos a lucrar. E se no fim não der lucro, o problema é nosso. O Palmeiras não corre nenhum risco.

Um dos temores é de que a WTorre não conclua a obra. A empresa fez recentemente um acordo com o Banco Pactual. Passa por dificuldades financeiras? A arena corre risco?
Não tem nada a ver. Estamos falando de um negócio de bilhões (o acordo com o Pactual) e de outro de R$ 330 milhões. (O Pactual adquiriu a WTorre Properties, braço imobiliário da WTorre).

Mas há risco para a obra?
Não.

Só que o seguro não cobre o valor total.
Aí está ocorrendo uma confusão, por desconhecimento. O tipo de seguro que temos é um performance bond, que garante a conclusão da obra. Normalmente gira em torno de 15% do valor da obra. Mas o Palmeiras questionou tanto que chegamos a 42%, porcentagem atípica. Se a gente não concluir, a seguradora vai procurar alguém que faça. A seguradora assumiu esse compromisso.

As obras estão atrasadas?
Caminhamos rapidamente.

A arena será entregue no prazo prometido (abril de 2013)?
Sim, ou até antes. Do contrário, levo prejuízo.

Pode ser opção para a Copa das Confederações, caso o do Corinthians não fique pronto?
A arena estará pronta e dentro dos padrões Fifa. O gramado será rebaixado para atender ao que a entidade exige.

E para a Copa do Mundo?
O estádio é para 45 mil pessoas. Vai ter condições de receber jogos de um Mundial, mas não a abertura.

Março 24, 2011

Repúdio à Folha de S.Paulo

Parabéns aos responsáveis pelo texto.


Nota de repúdio à Folha de S.Paulo
Agência Palmeiras
24/03/2011 17h03


A Sociedade Esportiva Palmeiras - em nome de sua diretoria, treinador, comissão técnica e atletas – vem a público repudiar o teor ofensivo de reportagem do jornalista Rodrigo Bueno, publicada no caderno Esporte, do jornal Folha de S.Paulo, do último dia 23 de março, intitulada “Scolari vira algoz apenas de humildes”, que compara o salário do técnico com a folha de pagamento dos times chamados pequenos.

É de se estranhar que um jornal do porte da Folha de S.Paulo, com seu histórico cuidado editorial, publique um texto sem nexo e francamente agressivo contra Luiz Felipe Scolari e o Palmeiras.

Qual a novidade (ou interesse jornalístico) em publicar que no futebol há diferença entre salário de técnicos, jogadores e clubes de futebol? Isto ocorre desde os primórdios do esporte, não só em clubes paulistas, mas no Brasil e no mundo inteiro.

A Folha de S.Paulo consegue explicar por que os alvos da reportagem foram Luiz Felipe Scolari e o Palmeiras? Por que a insistência em citar sempre como exemplo o treinador palmeirense, e não o de outros clubes? O jornal vai fazer o mesmo em jogos de outros times, inclusive com o de coração de Rodrigo Bueno, um notório caso de profissional que rompe o limite entre ser torcedor e jornalista e que, por vezes, ironiza conquistas da Sociedade Esportiva Palmeiras?

Sugerimos que a Ombudsman da Folha de S.Paulo, Suzana Singer, recupere os textos de Rodrigo Bueno sobre o Palmeiras e faça uma análise crítica.

Por que o jornalista exemplificou, para dar sustentação à tese de seu texto, justamente o salário do técnico Scolari, este que em reunião entre os profissionais da mídia e diretoria da Aceesp solicitara não publicar mais detalhes e valores de seu salário por uma questão de segurança familiar?

Não queremos da Folha de S.Paulo, ou de qualquer outro veículo de comunicação, benesses ou textos elogiosos, mas exigimos ética, imparcialidade e isenção.

Por fim, senhores editores da Folha de S.Paulo, Conselho Editorial e Ombudsman: a torcida do Palmeiras e todos os seus dirigentes sabem distinguir o bom e o mau jornalismo.

Desejamos, sempre, trilhar um caminho de ajuda mútua e respeito.

Março 22, 2011

Lincoln e M. Ramos relacionados

Novidades para o jogo desta quarta-feira, o meia Lincoln e o zagueiro Maurício Ramos foram confirmados pelo Felipão e estão à disposição para o duelo na Arena Barueri.

Ótima notícia, que o Chico não seja improvisado na zaga, ele é volante, ou no máximo um 3º zagueiro, como o Edmílson jogava. Pode até atuar assim, em últimos casos. E o Lincoln aguardado no lugar do Valdívia, assim espero, dará muito mais inteligência ao Palmeiras.

Veja o que o Felipão falou sobre isso, no site oficial do Palmeiras:

"O Maurício Ramos se machucou logo depois de um jogo (contra o Comercial, no dia 26 de fevereiro) e ficou praticamente 20 dias sem contato com a bola. Agora está voltando e reintegrado ao grupo. A escolha por ele para jogar contra o Linense vai depender do que eu acho mais interessante para a equipe.

Já o Lincoln era uma situação que envolvia a diretoria. A diretoria teve uma conversa preliminar com o atleta, e depois teríamos uma reunião envolvendo ele e o seu empresário para que ocorresse um entendimento entre todas as partes. Como essa situação não aconteceu, resolvi relacioná-lo novamente por achar que tenho um jogador que pode ser útil ao elenco. À medida que achar interessante colocá-lo, tirá-lo ou relacioná-lo, vou fazer isso. Ele continua sendo atleta da equipe e vou colocar ele em campo de acordo com minhas necessidades."

Penso em colocar ele (Lincoln) para jogar 30, 40, 60 minutos, algo normal como faço com os outros jogadores. Quero colocá-lo dentro de sua real posição, que é a meia. Quando tem a bola nos pés, sabe jogar muito e vai participar das jogadas ofensivas. E quando não tem a bola, vai ocupar um espaço e marcar o jogador adversário dentro de uma faixa do campo. Vou exigir isso dele e de toda a equipe. Essa seria a função principal dele em determinados momentos do jogo. É mais um jogador que volta e vamos ver o que pode ser conseguido com esse atleta junto ao grupo.

Só peço permissão de dizer que um dos jogadores que o torcedor precisa aplaudir e é um dos melhores do elenco é o Márcio Araújo. É impecável. Se fizer um retrospecto, acho que a nota mínima dele foi nesse último jogo contra o São Caetano, talvez 5.5, 6.0. No resto, nota 7.5, 8.0. É o jogador que mais tem rendido no meio-campo."


Ainda preciso entender o que todos os técnicos veem no M. Araújo, pois é titular sempre, independente do técnico que esteja..

Março 16, 2011

Novas Fotos da Arena

Walter Torre, através de seu novo meio de comunicação, twitter (@WTorreJunior), vem divulgando fotos e informações sobre a Arena Palestra. Essa madrugada ele divulgou novas fotos, confira:

Vestiários:


Prédio Administrativo:



Prédio das Quadras:

Março 15, 2011

Belluzzo: "maluquice e estupidez"

A fonte é lamentável, Folha, mas o Belluzzo deu umas belas patadas. Confira:



Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-presidente do Palmeiras, rebateu as críticas da atual diretoria sobre a reforma do Parque Antarctica. "Se ele [presidente Arnaldo Tirone] achar que está ruim, que discuta com a WTorre. Se tiver um negócio melhor, pode trocar de empresa", disse.

Em entrevista à reportagem, o economista afirmou que "não aguenta mais" falar sobre o assunto arena. "Espero que a WTorre venha a público para esclarecer isso, pois eu não tenho mais nada a ver com essa história", disse.

Por 30 anos, o Palmeiras terá de avisar com antecedência as datas de seus jogos em seu novo estádio. Não poderá treinar na Arena nem mandar nela os jogos do time B ou das divisões de base.

Aliás, no campo, qualquer evento do clube que não seja futebol poderá ser vetado. E mesmo um simples amistoso terá de ser comunicado pelo menos 120 dias antes.

O contrato assinado com a WTorre é bom para o Palmeiras?
BELLUZZO - A WTorre não é dona de nada. O Palmeiras continua proprietária da área e da arena. Quando uma concessionária cuida de uma estrada, ela não fica dona da estrada. Continua sendo do governo. É a mesma coisa. A WTorre é responsável por todas as despesas da arena, e o Palmeiras tem uma participação líquida do empreendimento.

Vários conselheiros e parte da atual administração questionam o contrato.
Absolutamente todo o contrato foi discutido com todos os conselheiros. O documento foi levado até o conselho, a WTorre explicou as características do contrato. Depois o contrato ficou lá à disposição dos conselheiros. Eu era diretor na época, não assinei o contrato, quem assinou foi o [presidente Affonso] Della Monica. A questão é que se fosse o São Paulo estariam todos celebrando, mas como é o Palmeiras estão todos criticando.

Mas a escritura da concessão da área tem a sua assinatura.
Sim, mas a escritura é simplesmente o documento que sacramenta aquilo que está colocado no contrato. É o ato final que permite o início das obras.

E o senhor participou da elaboração do contrato?
Sim, desde o começo, todos nós. Estive presente em todas as negociações desde a primeira reunião. Uma comissão foi criada, e levada o contrato para o conselho analisar.

Então todos puderam ver o contrato?
Sim. E o principal: o conselho aprovou. Todos iam lá, todos viram o contrato. O pessoal do Mustafá questionou [o contrato], sim. Eles sempre foram contrários. Mas acontece que, na votação final de aprovação do contrato, eles se retiraram! Viram que iam perder e saíram! O contrato aprovado pela maioria.

E o contrato pode ser renegociado agora?
Se eles quiserem rever o contrato, podem tentar chegar chegar na WTorre e dizer: "queremos rever algumas cláusulas".

E em relação ao seguro, que não cobre o valor total da obra?
Há um engano grave quanto a isso. Não existe cobertura de 100% do valor da obra neste tipo de contrato. O seguro "performance bond" garante que a obra chegue até o fim. A cobertura do Palmeiras é alta, 40%. As pessoas não tem noção do que falam ou escrevem.

A principal reclamação é o tempo do contrato, 30 anos.
Dizem que o contrato do estádio do Grêmio é de 15 anos. Mas o Grêmio deu o estádio como garantia. É difícil, neste tipo de negócio você só começa a ter lucro depois de dez, 15 anos. Veja o lado da WTorre: vai desembolar R$ 150 milhões, e ter uma dívida de mais R$ 150 milhões. E não poderá ter remuneração do capital próprio? Vocês, jornalistas esportivos, a maioria de vocês, se confudem com essa história. Parece que a WTorre teria que fazer um ato de caridade. Mas são negócios.

Mas o Palmeiras não ficará dependente da WTorre durante os 30 anos?
As divisões de base do Palmeiras nunca jogam no Parque Antarctica. O time principal também nunca joga lá. O Palmeiras é obrigado a jogar todos os jogos do campeonato na nova arena pois é preciso valorizar a arena! Você vende cadeira, camarote, então é natural que eles [WTorre] queiram que o Palmeiras jogue lá. É um empreendimento comercial. Então é preciso ter o máximo de liberação possível para a WTorre fazer eventos e o Palmeiras fazer dinheiro.

E sobre as críticas do atual presidente, Arnaldo Tirone?
É impossível dizer se [o contrato] é mais benéfico ao Palmeiras ou à WTorre. Mas me diga, qual o prejuízo que o Palmeiras terá? A WTorre terá um lucro, e o Palmeiras um ganho líquido. Mas se ele [Tirone] quiser, ele que discuta com a WTorre se é possível rediscutir o contrato. Se ele achar que está ruim, que discuta com a WTorre. Se tiver um negócio melhor, pode trocar de empresa.

A WTorre terá o controle total da arena por 30 anos. Caso o Palmeiras entre em litígio com a WTorre, não poderá ser prejudicado?
Pode, mas isso pode acontecer em absolutamente qualquer tipo de contrato, com qualquer empresa, de qualquer setor.

O senhor teme que as obras sejam paralisadas?
Tenho ouvido algumas pessoas falarem isso. Mas só digo que seria um desastre para os dois lados. Só vejo desvantagem paralisar essa obra a essa altura, com o estádio já derrubado. Uma insentatez, um capricho. Pode-se discutir mudanças no contrato sem parar a obra.

O senhor tem falado com a WTorre?
Não, mas eu adoraria que eles viessem publicamente dar explicações, pois eu já estou cansado de falar sobre isso. Não tenho mais nada a ver com isso. Aliás, se eles [WTorre] soubessem que isso daria tanta confusão, certamente não entraria no negócio tamanho o grau de maluquice e estupidez.

Março 02, 2011

Nota Oficial - Emissoras de TV

Sociedade Esportiva Palmeiras
01/03/2011 19h19


"A Sociedade Esportiva Palmeiras, em respeito às entidades do desporto nacional e internacional, torna público que tratará de seus interesses, em relação aos novos acordos para televisionamento do Campeonato Brasileiro, diretamente com as emissoras de TV. Lembramos que nossa entidade vem sendo preterida das últimas negociações."

Arnaldo Tirone
Presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras